ORIGEM/HISTÓRIA DA RAÇA

Seu nome deriva da região histórica francesa da Gasconha. Distinguem-se dois tipos distintos: a Mirandaise (antigamente chamada Gasconne aréolée) e a Gasconne des Pyrénées (antigamente chamada Gasconne à mucos noires). Essas raças foram unificadas em 1955 em um único livro genealógico, mas separadas novamente em 1999. A evolução local e independente levou à criação de linhagens com tipos genéticos relacionados. Com o fortalecimento dos métodos de troca e comunicação, iniciou-se uma homogeneização dos indivíduos, resultando no surgimento da raça Gasconne des Pyrénées.

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Tradicionalmente, os criadores selecionavam os maiores animais de seus rebanhos, pois estes eram mais adequados para o trabalho na terra e para puxar carroças. A raça Gasconne des Pyrénées, descendente do grande ramo do gado cinzento da estepe, foi influenciada por raças asiáticas, alpinas, ibéricas e occitanas devido a movimentos populacionais (êxodos e invasões).

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Em 1856, foi criado o primeiro Livro Genealógico Gasconne. A raça é encontrada principalmente nas antigas regiões de Languedoc-Roussillon e Midi-Pyrenées. Alguns exemplares foram exportados; um pequeno número é mantido no Canadá, na República Tcheca e no Reino Unido. Não possui registro genealógico ativo no Brasil, sendo usada anos atrás apenas para cruzamentos experimentais com zebuínos no Brasil central.

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PADRÃO RACIAL

É uma raça francesa de corte. Raça aspada, os chifres se desenvolvem voltados para os lados e para cima, evocando o formato de uma lira. A pelagem apresenta uma coloração gris (acinzentada), com pelos de comprimento mediano. Sua pelagem também pode escurecer durante o inverno, resultando em uma pelagem com manchas pretas, para melhor reter o calor da radiação solar. Animais de porte grande, onde as fêmeas pesam em média 700 kg e os machos entre 1.000 e 1.150 kg.

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